As coisas, aumentam cada vez mais de intensidade. Seja lá qual for o tamanho da parvoeira que se diz, ou da verdade que se transmite. Vivemos sem noção do tamanho das coisas, sem sabermos que existimos, ignorando o que temos, patrocinando o que somos. É complicado, começar a levantar juízo nas cabeças tontas, que se alcoolizam mutuamente com sorrisos, com lágrimas. Complicado quando por exemplo, choramos quando ouvimos as coisas muito boas, ou rimos, quando falamos das coisas realmente más. Complicado, quando ris de mim, e eu choro por ti, ou quando te caem lágrimas a ti, e eu me rio de mim. Complicado, quando rimos, por nos consumir, por ser tão enorme dentro de nós, por ser indestrutível nos termos internos, no coração onde ninguém pode tirar-nos um ao outro; quando rimos, quando levantamos todo o sarcasmo, por ser tão pequeno no meio dos nossos dilemas. Pior ainda, quando choramos. Choramos por ser tão real, por ser tão intocável, por ser tão facilmente fisicamente destrutível por outros que usem as armas certas.
Quando realmente rimos, por ser tão desgastante, por ser tão grande, por ser tão pequeno. Quando como sempre, só choramos por ser tão bom, por ser tão frágil, por ser tão forte.
Chorar até rir. Rir até chorar.Quando realmente rimos, por ser tão desgastante, por ser tão grande, por ser tão pequeno. Quando como sempre, só choramos por ser tão bom, por ser tão frágil, por ser tão forte.

Sem comentários:
Enviar um comentário