Depois há aqueles dias. Parece que o coração se sente apertado, e que se vai morrer de saudades antecipadas a um fim que esperamos muito longe. Às vezes nem sei porque sou tão pessimista. Ás vezes só não queria estar a ser uma estúpida enjoada, porque simplesmente tenho um sem fim de patamares de insegurança a buzinar-me aos ouvidos. Deve ser o peso dos dias, em cima da última vez. A última antes de hoje, porque para meu bem, espero que amanhã haja mais. Vou tentar amar-te com moderação, com menos medos, e menores quantidades. Ultimamente, chega a ser tão grande que acho que o amor me sufoca.

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