segunda-feira, 14 de junho de 2010

Saudade, sim.


E é à noite, quando fico assim, sozinha, que mais as coisas me vêm à cabeça. Vem sempre visitar-me, todos os dias, 24 horas por dia, mas a esta hora, assombram-me com total capacidade. Parece que estou mais uma vez a tentar ignorar as nódoas negras que a saudade deixa quando me belisca continuamente. E eu aqui, sentada diante do computador, à espera que elas passem, ignorando a sua desconfortável e notória presença. Preciso de ti. Numas alturas mais que outras, e esta é capaz de ser uma das mais. É que é mesmo. Voltas? :/

Era mesmo bom. Era mesmo o melhor. Foi o melhor. Talvez, [unicamente] realmente bom.

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